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	<title>Selma Vedor - e-learning &#187; Ideias para a produção de e-conteúdos</title>
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	<description>Ideias para um e-learning melhor</description>
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		<title>#10 &#8211; O essencial sobre questões de escolha múltipla</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2010/04/07/10-o-essencial-sobre-questoes-de-escolha-multipla/ </link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 21:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias para a produção de e-conteúdos]]></category>
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		<description><![CDATA[Num dos cursos em que estou a trabalhar tenho orçamento limitado para desenvolver interacções. Assim, pensei em aproveitar questionários de escolha múltipla para enriquecer o potencial de aprendizagem do curso. Fiz umas pesquisas sobre o estado da arte nesta matéria e apresento-vos os resultados compilados. Espeqoe que vos seja tão útil como foi para mim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post partilho o resultado compilado de pesquisas sobre questionários de escolha múltipla e de como o seu uso pode enriquecer o potencial de aprendizagem de um curso de e-learning.</p>
<h3>Regras de ouro da construção de questões de escolha múltipla</h3>
<ul>
<li><a title="10 Rules For Writing Multiple Choice Questions" href="http://theelearningcoach.com/elearning_design/rules-for-multiple-choice-questions/" target="_blank">10 Rules For Writing Multiple Choice Questions</a> &#8211; este artigo de blog &#8220;The elearning coach&#8221; aborda as &#8220;regras de ouro&#8221; dos questionários de escolha múltipla. É de leitura obrigatória, mesmo para quem já trabalha há muito com estes questionários, pois ajuda a arrumar ideias.<span id="more-553"></span></li>
</ul>
<ul>
<li><a title="http://blog.cathy-moore.com/2007/08/can-you-answer-these-6-questions-about-multiple-choice-questions/" href=" http://blog.cathy-moore.com/2007/08/can-you-answer-these-6-questions-about-multiple-choice-questions/" target="_blank">Can you answer these 6 questions about multiple-choice questions?</a> &#8211; neste post, Cathy Moore revisita algumas das regras do post anterior, mas na forma de um questionário de múltipla escolha, onde deliberadamente são cometidos os erros mais comuns neste tipo de questões. Vale bem apenas despender 5 minutos a lê-lo e ver a forma engenhosa desta autora para apresentar a informação. Pode ser tão ou mais efectiva do que ler uma lista de dicas ou orientações.</li>
</ul>
<h3>Fazer das questões de escolha múltipla momentos de aprendizagem eficazes</h3>
<ul>
<li><strong>Formular questões desafiantes,</strong> que exigam ao formando que pense profundamente sobre a matéria para lhes conseguir responder, em vez de se limitar a responder a uma sucessão de verificação de factos pouco útil. As questões devem incidir sobre contextos reais, que recriem decisões e situações que os formandos encontrarão quando forem aplicar os conhecimentos que estão a adquirir. O post <a title="How to fit the entire world in a multiple-choice question " href="http://blog.cathy-moore.com/2008/03/how-to-fit-the-entire-world-in-a-multiple-choice-question/" target="_blank">How to fit the entire world in a multiple-choice question</a>, do blog da Cathy Moore, escrito ao estilo de &#8220;antes e depois&#8221;, mostra-nos a importância de escrever questões que vão além do mero testar de factos e que reflictam a realidade dos formandos e o seu contexto de trabalho.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Pedir ao formando que justifique a opção que escolheu</strong> é outra forma de levar a aprendizagem mais além com este tipo de questionários. Veja aqui um <a title="suddenly smart" href="http://www.suddenlysmart.com/examples/data_warehouse/playerframe.htm" target="_blank">exemplo da Suddenly Smart.</a></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fornecer feedback apropriado </strong>a cada opção de resposta, que ajude o formando a compreender porque acertou ou errou, e que não se limite a parabenizar. É também de evitar mensagens de feedback vagas como &#8220;Boa tentativa&#8221;; &#8220;Tente novamente&#8221;, etc. Uma leitura do post <a title="Feedback em e-learning: torne-o num verdadeiro momento de aprendizagem" href="http://www.selmavedor.net/2009/10/30/feedback-em-e-learning-torne-o-num-verdadeiro-momento-de-aprendizagem/" target="_self">Feedback em e-learning: torne-o num verdadeiro momento de aprendizagem</a> vai lhe fornecer pistas valiosas. PAra uma leitura mais aprofundada deste tema, ficam dois artigos de de Will Thalheimer, disponíveis gratuitamente online: <a title="Providing Learners with Feedback, de Will Thalheimer" href="http://www.work-learning.com/Catalog/DocumentDownloadPages/DL_Feedback1.htm" target="_blank">Providing Learners with Feedback.</a></li>
</ul>
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		</item>
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		<title>#9 &#8211; Histórias para ajudar a aprender</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/11/18/9-historias-para-ajudar-a-aprender/ </link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias para a produção de e-conteúdos]]></category>
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		<category><![CDATA[conteúdos pedagógicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos cursos que estou actualmente a desenvolver tem como linha condutora uma narrativa, a qual molda todo o percurso de aprendizagem. Desde sempre que as histórias tem sido usadas com finalidades pedagógicas. É o caso das fábulas por forma a transmitir mensagens com valor ético e moral, sobretudo a crianças. Mas, também existe potencial pedagógico das histórias em cursos de e-learning, pois é uma forma de os tornar mais interessante e cativar a atenção do formando, bem como de alimentar a sua vontade de continuara aprender.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos cursos que estou actualmente a desenvolver tem como linha condutora uma narrativa, a qual molda todo o percurso de aprendizagem. Desde sempre que as histórias tem sido usadas com finalidades pedagógicas. É o caso das fábulas por forma a transmitir mensagens com valor ético e moral, sobretudo a crianças. Mas, também existe potencial pedagógico das histórias em cursos de e-learning, pois é uma forma de os tornar mais interessante e cativar a atenção do formando, bem como de alimentar a sua vontade de continuara aprender.</p>
<h3>Porquê usar histórias para facilitar a aprendizagem?<span id="more-484"></span></h3>
<p>Vejamos as vantagens:</p>
<ul>
<li> os factos não passam de pontos soltos num ecrã, uma história liga os factos a algo com sentido;</li>
<li> as histórias transcendem-no para um estado mental alternativo, uma espécie de hipnose, que facilita a absorção da informação;</li>
<li> ajuda os formandos a lembrarem-se pois dá significado às sequências de eventos ou factos.</li>
</ul>
<h3>Exemplos de cursos</h3>
<p>Deixo-vos dois exemplos de cursos que revelam o potencial pedagógico das histórias:</p>
<ul>
<li><a title="Mi Vida Loca -BBC" href=" http://www.bbc.co.uk/languages/spanish/mividaloca/">Mi Vida Loca</a> &#8211; curso de espanhol prodizido pela BBC</li>
<li><a title="Choose a diffrent ending" href="http://www.youtube.com/watch?v=JFVkzYDNJqo" target="_blank">Choose a diffrente ending</a> &#8211; a sequência de vídeos em que o espectador escolhe o seu percurso (que pode bem ser de aprendizagem)</li>
</ul>
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		<title>#8 &#8211; Feedback em e-learning: torne-o num verdadeiro momento de aprendizagem</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/10/30/feedback-em-e-learning-torne-o-num-verdadeiro-momento-de-aprendizagem/ </link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os questionários de auto-avaliação são uma actividade comum em e-learning, mas cujo potencial de aprendizagem nem sempre é devidamente aproveitado. Neste post vamos ver como usar estes questionários para criar verdadeiros momentos de aprendizagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ao limitar-mos as mensagens de feedback a expressões como “Parabéns, acertou!&#8221;; &#8221; Errou, tente novamente&#8221; estamos a perder uma valiosa oportunidade de aprendizagem.</p></blockquote>
<p>Os questionários de auto-avaliação são uma actividade comum em e-learning, mas cujo potencial de aprendizagem nem sempre é devidamente aproveitado. Neste post vamos ver como usar estes questionários para criar verdadeiros momentos de aprendizagem.</p>
<p>Uma possibilidade oferecida pelos questionários de auto-avaliação, como questionários com questões de escolha múltipla, verdadeiro/falso, etc., é o feedback automático. Podemos considerar dois tipos de feedback: correctivo e explicativo. O primeiro indica ao formando se errou ou acertou. O segundo explica porque errou.<span id="more-450"></span></p>
<h3>O que não devemos fazer</h3>
<p>Limitar-mos as mensagens de feedback a expressões como “Parabéns, acertou!&#8221;; &#8221; Errou, tente novamente&#8221; , pois  estamos a perder uma valiosa oportunidade de aprendizagem. Quando o formando responde a um teste, o seu nível de atenção está elevado e está curioso por saber se acertou.</p>
<h3>O que devemos fazer</h3>
<p>Ao confirmar a resposta (feedback correctivo), adicionar uma frase curta que explique de forma pertinente porque é que errou ou acertou. O formando irá certamente lê-la, havendo uma probabilidade maior de reter essa informação &#8211; sobretudo se tiver errado.</p>
<h3>Como devemos fazer</h3>
<p>Vejam que escrevi &#8220;frase curta&#8221;. Embora o formando esteja receptivo, fazê-lo ler longos textos na resposta a um questionário pode não resultar e quebrar o ritmo necessário à realização do teste. Uma frase curta e de fácil leitura será o mais adequado para tirar proveito desta disponibilidade do formando para aprender. Atenção: ao fornecer o feedback, a pergunta, a resposta dada pelo formando e a frase do feedback devem ser visíveis no mesmo ecrã.</p>
<h3>Feedback correctivo: é mais fácil para o formador mas não é melhor para a aprendizagem</h3>
<p>Ora, o feedback correctivo dá trabalho. Imaginemos um teste com 20 questões de escolha múltipla, em que cada uma tem 4 opções de resposta. Teremos de elaborar 80 frases explicativas &#8211; uma para cada opção. Como a maioria das ferramentas de autor e plataformas de e-learning que fazem rapidamente estes testes possibilitam a automatizar a criação de feedback correctivo através meia-dúzia de cliques, é mais fácil ficarmos por este. Mas se é mais fácil, não é melhor para a aprendizagem.</p>
<h3>Feedback correctivo: melhor é possível</h3>
<p>Mas, no caso de não haver  tempo ou recursos e tenhamos de ficar pelo por feedback correctivo, o &#8220;Tente novamente&#8221; pode não ser o mais adequado. Imaginemos uma questão com 4 opções de resposta. Basta o formando tentar 4 vezes e acertou. Se fizer todo o teste assim, no final aparece uma mensagem do género: “Parabéns, o seu resultado foi 100 em 100. Conclui com êxito a aprendizagem.” Assim, dizer somente se errou ou acertou, não deixar responder novamente à questão e, se possível, fazer uma referência aos materiais onde pode consultar informação sobre aquele assunto.</p>
<p>Mais informações sobre este tema em <a title="e-Learning and the Science of Instruction: Proven Guidelines for Consumers and Designers of Multimedia Learning, Ruth Colvin Clark and Richard E. Mayer" href=" http://www.amazon.com/e-Learning-Science-Instruction-Guidelines-Multimedia/dp/0787960519" target="_blank">e-Learning and the Science of Instruction: Proven Guidelines for Consumers and Designers of Multimedia Learning</a>, Ruth Colvin Clark and Richard E. Mayer</p>
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		<title>#7 &#8211; Anime os conteúdos de e-learning</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/10/21/7-anime-os-seus-conteudos-de-e-learning/ </link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabe de vez com os conteúdos de e-learning monótonos!
Já alguma vez lhe aconteceu só se aperceber de um som repetitivo (como uma ventoinha) quando este subitamente desaparece? Isto sucede porque o nosso cérebro tem tendência a habituar-se a padrões e está desenhado para estar especialmente atento a mudanças. Como se relaciona isto com conteúdos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Acabe de vez com os conteúdos de e-learning monótonos!</p></blockquote>
<p>Já alguma vez lhe aconteceu só se aperceber de um som repetitivo (como uma ventoinha) quando este subitamente desaparece? Isto sucede porque o nosso cérebro tem tendência a habituar-se a padrões e está desenhado para estar especialmente atento a mudanças. Como se relaciona isto com conteúdos de e-learning?<span id="more-384"></span> É que tal como acontece com sons repetitivos, também perante uma sequência semelhante de ecrãs de um tutorial ou de slides de uma apresentação, a atenção do formando vai decaindo sendo necessário reavivá-la. Se diante estimulação sensorial consistente nos abstraímos, acabe de vez com  os conteúdos de e-learning monótonos.</p>
<p><strong>Aqui ficam algumas sugestões para animar os seus conteúdos de e-learning e despertar a atenção</strong></p>
<ul>
<li>Lance uma questão, por exemplo, usando questões de auto-avaliação que incidam sobre o assunto previamente apresentado.</li>
<li>Intercale texto, imagem e vídeo. Numa apresentação multimédia alterne ecrãs mais densos em texto, com uns ricos em imagens, ou só mesmo uma imagem que cause impacto, em grandes dimensões.</li>
<li>Coloque narração em passagens cruciais</li>
<li>Quebre os esquemas mentais pré-existentes dos formandos.  Inicie a apresentação de um tema com um exercício ou facto que demonstra que algo que se toma por seguro afinal não corresponde à realidade. Certamente deixará formando curioso por saber mais.</li>
<li>Utilize ecrã/slide de recapitulação destaque das ideias centrais, com uma configuração gráfica diferente (mas mantendo consistência gráfica).</li>
</ul>
<p>Umas notas finais:</p>
<ul>
<li>Use estes recursos sobretudo em partes da matéria mais cruciais.</li>
<li>Se a surpresa chama a atenção, é o interesse que a mantém. Não basta só chamar a atenção, há que fazê-lo de forma interessante e continuar a apresentar a matéria de uma forma “apetitosa”.</li>
<li>Estas sugestões devem ser usadas de forma relevante e com parcimónia. Destacar desta forma 15% do conteúdo será o razoável, caso contrário, a excepção torna-se a regra e o efeito inesperado que capta a atenção deixa de surtir efeito.</li>
</ul>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 118px; width: 1px; height: 1px;">Acabe de vez com essescom os conteúdos de e-learning monótonos!</div>
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		</item>
		<item>
		<title>#6 &#8211; Como passar mensagens rapidamente em e-learning</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/09/10/como-passar-mensagens-rapidamente-em-e-learning/ </link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 22:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao aplicar a técnica da pirâmide invertida (a informação essencial é a primeira a ser fornecida) garante que os formandos leram o mais importante da mensagem. E porquê aplicar esta técnica nos seus e-conteúdos:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Garanta que tanto os formandos que estiveram 5 minutos a explorar os conteúdos como os que tiveram 30 leram a informação crucial.</p></blockquote>
<p>Ao aplicar a <strong>técnica da pirâmide invertida</strong> (a informação essencial é a primeira a ser fornecida) garante que os formandos leram o mais importante da mensagem. E porquê aplicar esta técnica nos seus e-conteúdos?<span id="more-390"></span></p>
<p>Porque:</p>
<ul>
<li>O formando pode ter pouco tempo para ler</li>
<li>pode ser interrompido (email,  messenger, telefone, etc.)</li>
<li>Pode-se distrair com outra coisa mais interessante</li>
<li>Pode-se aborrecer (por não gostar particularmente do tema)</li>
</ul>
<p>Esta técnica  é oriunda do jormalismo  e diz-nos que a informação essencial à compreensão de uma mensagem deve ser apresentada ao leitor em primeiro lugar (o lead), sendo as restantes dadas por ordem decrescente de importância.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.selmavedor.net/wp-content/uploads/2009/09/piramide.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-398" title="piramide" src="http://www.selmavedor.net/wp-content/uploads/2009/09/piramide.jpg" alt="piramide" width="352" height="198" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Assim, garantimos que tanto os formandos com 5 minutos como os que tiveram 30 minutos a explorar os conteúdos leram a informação crucial.</p>
<p><strong>Porque pode ser difícil aplicá-la: </strong>estamos tão apegados aos detalhes de um assunto que não conseguimos separá-los da informação crucial (as nuances, os detalhes, os pormenores de um assunto podem ser importantes, mas não o MAIS importante para o objectivo de uma sessão ou tópico de aprendizagem). É aquilo a que podemos chamar a &#8220;maldição do conhecimento&#8221; com que muitas vezes os peritos de um determinado tema (que são os responsáveis para redigir os textos para cursos de e-learning) se deparam.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>#5 &#8211; Quais as imagens mais adequadas para ilustrar o conteúdo?</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/08/21/5-que-imagens-escolher/ </link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 10:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[concepção conteúdos]]></category>
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		<category><![CDATA[multimédia]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa dica anterior referi a importância de se aplicar o princípio multimédia em conteúdos de e-learning, que nos diz que se aprende melhor quando se combinam palavras e imagens do que somente palavras. Mas a escolha das imagens deve ser criteriosa, ou seja, estas não devem ser decorativas, mas ajudar à compreensão do texto. E quais os tipos de imagens mais adequadas para ilustrar o conteúdo? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa dica anterior referi a importância de se aplicar o <a title="e-conteúdos: Usar texto e imagens" href="http://www.selmavedor.net/2009/07/21/dicas-para-a-producao-de-e-conteudos-3" target="_blank">princípio multimédia em conteúdos de e-learning</a>, que nos diz que se aprende melhor quando se combinam palavras e imagens do que somente palavras. Mas a escolha das imagens deve ser criteriosa, ou seja, estas não devem ser decorativas, mas ajudar à compreensão do texto.</p>
<p><strong>E quais os tipos de imagens mais adequadas para ilustrar o conteúdo?</strong></p>
<p>Dan Roam, no seu livro <a title="The back of the napkin, Dan Roam" href="http://www.thebackofthenapkin.com" target="_blank">&#8220;The Back of the Napkin&#8221;</a> apresenta uma proposta que nos pode ajudar a escolher as imagens que mais favorecem a compreensão do assunto abordado. Basta seguir a <strong>regra &lt;6&gt;&lt;6&gt; do pensamento visual<span id="more-319"></span></strong>, que estipula que se nós temos 6 formas de ver,  existem 6 formas de mostrar:</p>
<table class="tabela" border="0">
<caption>Regra &lt;6&gt;&lt;6&gt; do pensamento visual </caption>
<tbody>
<tr>
<th width="210">Ver</th>
<th width="210">Mostrar</th>
</tr>
<tr>
<td>Quem?/O quê?</td>
<td>Retratos/paisagens</td>
</tr>
<tr>
<td>Quantos?</td>
<td>Gráficos</td>
</tr>
<tr>
<td>Onde?</td>
<td>Mapas</td>
</tr>
<tr>
<td>Quando?</td>
<td>Linha cronológica (timeline)</td>
</tr>
<tr>
<td>Como?</td>
<td>Fluxograma</td>
</tr>
<tr>
<td>Porquê?</td>
<td>Gráfico dispersão/multivariável</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Assim, devemos definir que tipo de problema/situação abordado no nosso conteúdo e escolher a forma mais adequada de a representar graficamente. Se é sobre alguém, por exemplo, a biografia de uma personalidade histórica, o mais correcto será um retrato.  É sobre a forma como se desenvolve um processo, como as etapas para solucionar a reclamação de um cliente, o fluxograma será o mais indicado.</p>
<p>Aqui fica uma visualização desta regra feita pelo próprio autor.<br />
<img src="file:///C:/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot.jpg" alt="" /><a href="http://www.selmavedor.net/wp-content/uploads/2009/08/backofthenapkin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="The &lt;6&gt;&lt;6&gt; Rule- The back of the napkin - Dan Roam" src="http://www.selmavedor.net/wp-content/uploads/2009/08/backofthenapkin.jpg" alt="The &lt;6&gt;&lt;6&gt; Rule- The back of the napkin - Dan Roam" width="500" height="645" /></a></p>
<p>Podem descarregar esta e outras representações gráficas de Dan Roam em <a title="The back of the napkin, Dan Roam" href="http://www.thebackofthenapkin.com/tools.php" target="_blank">ttp://www.thebackofthenapkin.com/tools.php</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>#4 &#8211; Falar e demonstrar simultaneamente</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/08/12/dicas-para-a-producao-de-e-conteudos-%e2%80%93-4/ </link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 23:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Os tutoriais em vídeo a que tenho recorrido para aprender a patinar revelaram-se preciosos, pois apresentam algumas características que facilitam a aprendizagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Aprende-se melhor quando animação e narração correspondentes são apresentadas simultaneamente.</p></blockquote>
<p>Os tutoriais em vídeo a que tenho recorrido para aprender a patinar apresentam algumas características que facilitam a aprendizagem.</p>
<p>No vídeo que partilho neste post reparem como na parte onde detalhadamente explicam os 3 passos necessários para fazer &#8220;swizzle&#8221;, o aúdio e imagem estão sincronizados. <span id="more-294"></span>Caso estivessem desfasados (por exemplo, primeiro a explicação e depois a demonstração), teríamos de ouvir a explicação, guardá-la na memória, ver a demonstração e seguidamente processar ambas informações para recriar a ideia geral na nossa cabeça. Isto poderia exceder a nossa capacidade cognitiva levando a perda de informação essencial a uma boa compreensão da mensagem.</p>
<div class="alignleft"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="256" height="158" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.monkeysee.com/play/KPShare.swf?videoId=2876&amp;clipId=9766" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="256" height="158" src="http://www.monkeysee.com/play/KPShare.swf?videoId=2876&amp;clipId=9766"></embed></object></div>
<p>Trata-se do <strong>princípio da proximidade temporal</strong>, segundo o qual se aprende melhor quando animação e narração correspondentes são apresentadas simultaneamente em vez de sucessivamente  (<span><a title="multimedia learning by Mayer" href="http://www.amazon.com/Multimedia-Learning-Richard-E-Mayer/dp/0521514126/ref=ntt_at_ep_dpi_3" target="_blank">Mayer, 2001</a>).</span></p>
<p>Vejam esta série de vídeos em <a title="http://www.monkeysee.com/play/9760-how-to-inline-skate" href="http://www.monkeysee.com/play/9760-how-to-inline-skate" target="_blank">http://www.monkeysee.com/play/9760-how-to-inline-skate</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>#3 &#8211; Usar texto e imagens</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/07/21/dicas-para-a-producao-de-e-conteudos-3/ </link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 13:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias para a produção de e-conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[e-conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[concepção conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[multimédia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já aqui sublinhei que combinar texto e imagem favorece a aprendizagem.  É isso que enuncia o princípio multimedia (Mayer, 2001),  segundo o qual se aprende melhor quando se combinam palavras e imagens do que somente palavras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Aprende-se melhor quando se combinam palavras e imagens do que somente palavras.</p></blockquote>
<p>Já <a title="post blog dicas para aprodução de e-conteúdos" href="http://www.selmavedor.net/?p=93" target="_self">aqui </a>sublinhei que combinar texto e imagem favorece a aprendizagem (e por imagens entenda-se também vídeos e animações).  É isso que enuncia o <strong>princípio multimédia</strong> (Mayer, 2001),  segundo o qual se aprende melhor quando se combinam palavras e imagens do que somente palavras. É que para além de nos lembrarmos de 10% do que lemos por comparação com os 50% do que vemos e ouvimos, a percentagem de informação retida aumenta significativamente quando o processo de transmissão da informação conjuga simultaneamente o oral e visual do que somente visual (após 3 dias passa de 20% para 65% passado 3 dias).</p>
<p><strong>Conclusão</strong>: os conteúdos devem estimular mais do que um sentido, para que os formandos se envolvam mais activamente e obtenham melhores resultados de aprendizagem.</p>
<p>Para saber mais sobre o princípio multimédia:</p>
<ul>
<li><a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Multimedia_learning" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multimedia_learning" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Multimedia_learning</a></li>
<li>Mayer, R. E. (2001),  <a title="multimedia learning by Mayer" href="http://www.amazon.com/Multimedia-Learning-Richard-E-Mayer/dp/0521787491?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1208907588&amp;sr=1-2" target="_blank">Multimedia Learning</a>, New York: Cambridge University Press.</li>
</ul>
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		</item>
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		<title>#2 &#8211; Criar conteúdos fáceis de ler e apelativos</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2009/02/18/dicas-para-a-producao-de-e-conteudos-2/ </link>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 11:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias para a produção de e-conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[e-conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[concepção conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdos pedagógicos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Crie conteúdos fáceis de ler e capte a atenção para os pontos mais importantes a aprender.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis algumas dicas que o podem ajudar a tornar os conteúdos mais fáceis de ler e apelativos:</p>
<ul>
<li> <strong>listas de tópicos </strong>(numeradas ou com marcadores/bullets)</li>
<li> <strong>subtítulos </strong>curtos</li>
<li> <strong>frases curtas</strong>, preferencialmente com uma ideia por frase</li>
<li> <strong>parágrafos curtos</strong>, até mesmo com apenas uma frase</li>
<li> destacar <strong>palavras-chave</strong> (a negrito, p.ex)</li>
<li> intercalar o texto com <strong>imagens </strong>(fotos, esquemas, etc.) e <a title="http://www.selmavedor.net/?p=5" href="http://www.selmavedor.net/?p=5" target="_self">vídeos</a>. Uma boa imagem ilustra o que por vezes necessitaria de muitas palavras e quebra a monotonia gerada pelo uso só de texto.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>#1 &#8211; Cor e texto</title>
		<link>http://www.selmavedor.net/2008/12/20/dicas-para-a-producao-de-recursos-pedagogicos-para-e-learning/ </link>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 10:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias para a produção de e-conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[e-conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[e-learning]]></category>
		<category><![CDATA[concepção conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdos pedagógicos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[recursos pedagógicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os textos constituem a principal fonte dos materiais usados para a produção de conteúdos de e-learning. Contudo, um écrã é diferente de uma página de texto e a fim de garantir uma boa experiência de aprendizagem, quem está a produzir recursos pedagógicos para um ecrã de computador deve observar as principais orientações da metodologia de concepção de ecrãs, nomeadamente ao nível de:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os textos constituem a principal fonte dos materiais usados para a produção de conteúdos de e-learning. Contudo, um écrã é diferente de uma página de texto e a fim de garantir uma boa experiência de aprendizagem, quem está a produzir recursos pedagógicos para um ecrã de computador deve observar as principais orientações da metodologia de concepção de ecrãs, nomeadamente ao nível de:</p>
<ul>
<li> Densidade da informação apresentada</li>
<li> Formas de destacar a informação mais importante</li>
<li> Divisão do ecrã em áreas funcionais</li>
<li> Organização da informação em padrões lógicos e familiares</li>
<li> Retórica da cor</li>
<li> Escrita de texto (a este propósito, a leitura do livro &#8221; Como escrever para a Web&#8221;, de <a title="Gerry Mc Govern" href="http://www.gerrymcgovern.com" target="_blank">Gerry McGovern</a> é bastante elucidativa. O primeiro capítulo está disponível gratuitamente online, tanto em <a title="como escrever para a web gerry mc govern" href="http://www.centroatl.pt/titulos/si/imagens/comoescreverparaaweb-excerto.pdf" target="_blank">português</a>, como em <a title="Writing for the Web gerry mc govern" href="http://www.gerrymcgovern.com/la/writing_for_web.pdf " target="_blank">inglês</a>).</li>
</ul>
<p>Por agora, deixo somente algumas <strong>dicas a seguir na produção de recursos pedagógicos para e-learning</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Alinhamento do texto: </strong> lemos da esquerda para a direita, assim alinhar texto à esquerda</li>
<li><strong>Tipo de fonte do texto: </strong> Verdana, Georgia e Trebuchet foram especificamente desenhadas para ler no ecrã. Assim, as orientações estéticas devem dar lugar aquilo que são os standards da legibilidade na Web. Usar 2 ou 3 fontes no máximo.</li>
<li><strong>Cores</strong>: usar cor de modo e com significado consistente. A mudança de cor deverá corresponder a uma mudança de significado. Logo, adicionar cor quando esta adicionar valor para a compreensão do conteúdo. Usar caracteres escuros sobre fundo claro.</li>
</ul>
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